Maior alta no custo de vida do século:

Tempo de leitura: 5 min

Escrito por admin
em Junho 10, 2022

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O mundo vive a maior alta de custo de vida do século. Todos nós, direta ou indiretamente, estamos sendo afetados por essa alta no custo de vida.

O que já não era bom, ficou pior.

Tudo isso está acontecendo por causa da Pandemia? E a guerra da Ucrânia? Tem alguma ligação com todo esse caos mundial que estamos vivendo?

Por isso fizemos esse artigo, com informações de fontes confiáveis, especialistas no assunto estão abordando este assunto em várias plataformas.

Então reunimos aqui algumas informações, para você compreender o que está acontecendo no mundo e ficar atento! Agora é hora de se cuidar e economizar!

Nos acompanhem aqui! Fique ligado nas últimas informações do que está acontecendo no mundo a fora.

Pandemia e Guerra da Ucrânia:

A ONU estima que, depois de dois anos de pandemia, a guerra na Ucrânia está causando o maior aumento no custo de vida em uma geração, ampliando o risco de conflitos civis e protestos sociais. O alerta está foi publicado nesta última semana, apontando que a inflação nos preços de alimentos e de energia pode levar bilhões de pessoas a uma situação crítica. Segundo o levantamento, a crise tem duas facetas. A primeira é o desabamento da receita das famílias e governos. Hoje, 60% dos trabalhadores contam com uma renda mais baixa que tinham antes da pandemia. 60% dos países pobres vivem uma dívida impagável e as economias emergentes somam um buraco de mais de US$ 1,2 trilhão para conseguir atender às demandas sociais.

Do outro lado está a explosão dos preços. De acordo com a ONU, o índice de preços de alimentos da FAO está em níveis quase recorde e 20,8% maior do que nesta época do ano passado. Com US$ 120 por barril, os preços da energia em geral devem subir 50% em 2022 em relação a 2021. O preço do gás natural europeu em particular aumentou dez vezes em relação a 2020.

Quase 90 milhões de pessoas na Ásia e na África que antes tinham acesso à eletricidade, não podem mais pagar por suas necessidades energéticas básicas. No mundo, entre 2019 e 2021, 30 milhões de pessoas perderam o acesso ao combustível de cozinha limpa e o número global agora é de 2,4 bilhões que não têm acesso.

Já os preços dos fertilizantes são mais que o dobro da média entre 2000 e 2020, gerando o temor de que a crise se prolongue em 2023.

Se os altos preços dos fertilizantes persistirem na próxima estação de plantio, a atual crise do trigo e dos óleos vegetais poderá se estender a uma crise do arroz, afetando bilhões de pessoas a mais nas Américas e na Ásia.

Enquanto isso, cerca de 4,1 bilhões de pessoas carecem de proteção social e o crescimento do PIB mundial caiu de 3,6% a 2,6%.

Essa catástrofe já está sendo construída há anos, mas desde a guerra ela se tornou insuportável para muitos países. Em 2022, entre 179 e 181 milhões de pessoas estão previstas a enfrentar uma crise alimentar ou piores condições. Espera-se que mais 19 milhões de pessoas enfrentem a subnutrição crônica no mundo em 2023.

Maior aumento da fome de todos os tempos:

Desde 2019, o número de pessoas que enfrentam pobreza extrema e insegurança alimentar aguda aumentou em 77 milhões e 193 milhões, respectivamente. O aumento da fome desde o início da guerra pode, de fato, ser maior e mais difundido, alertou a ONU.

A entidade estima que, em apenas dois anos, o número de pessoas com grave insegurança alimentar dobrou de 135 milhões de pessoas pré-pandêmicas para 276 milhões no início de 2022. Espera-se que os efeitos da guerra na Ucrânia elevem este número para 323 milhões em 2022.

No caso da América Latina, a região deve registrar um aumento de importação de alimentos de 28% em valores, o maior entre todos os continentes.

Outro problema é a restrição ao comércio, imposto por vários exportadores de alimentos. Segundo a ONU, a escala das restrições atuais já ultrapassou o cenário experimentado durante a crise de preços de alimentos em 2007/08, afetando 17,3% do total de calorias comercializadas globalmente e agravando ainda mais a fome.

Há 15 anos, as restrições à exportação durante a crise de preços de alimentos contribuíram para 40% do aumento dos preços agrícolas durante o período. Desde 24 de fevereiro de 2022, 109 medidas restritivas à exportação foram implementadas. Entre elas está a proibição da exportação de fertilizantes e certos produtos alimentícios, tomadas por 63 países.

Enquanto isso, os custos de transporte marítimo são mais do triplo da média pré-pandêmica, devido aos efeitos da crise da covid-19 e à destruição da infraestrutura de transporte na Ucrânia.

Ciclo Vicioso:

Há um ciclo perverso. Os preços mais altos da energia, especialmente do diesel e do gás natural, aumentam os custos de fertilizantes e transporte. Ambos os fatores, por sua vez, aumentam os custos de produção de alimentos.

A consequência é a redução do rendimento agrícola e a preços ainda mais altos dos alimentos na próxima estação.

Estes, por sua vez, aumentam a inflação, contribuindo para o que já estava aumentando as pressões das taxas de juros e apertando as condições financeiras. Condições financeiras mais apertadas corroem o poder de compra das moedas em desenvolvimento alertou a ONU.

O temor da entidade é que de esses ciclos viciosos criados por uma crise de custo de vida também podem desencadear instabilidade social e política.  A ONU acredita que uma inflação mais alta significa preços mais altos de alimentos e energia, e um custo de vida mais alto. Isto, por sua vez, reduz a renda real das famílias e, com isso, seu padrão de vida e suas oportunidades para um futuro melhor.

Num total, a ONU estima que 1,7 bilhão de pessoas vivem em países severamente expostos a pelo menos um dos três canais de transmissão da crise, ou seja, o aumento dos preços dos alimentos, o aumento dos preços da energia e o aperto das finanças. O mais preocupante é que 1,2 bilhões de pessoas vivem em países expostos a uma “tempestade perfeita” de todas as três vertentes ao mesmo tempo.

Aonde vamos parar?

Só Deus sabe… que Ele nos acuda!

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